Simpósio Ensino Lusófona “O lugar da espiritualidade na capacidade de acolher e criar diálogo” Monja Coen, Monja Heishin Gandra. Apresentação e moderação: Paulo Mendes Pinto

Faculdade Lusófona de São Paulo

No dia 24 de setembro, às 14h30, teve lugar na Faculdade Lusófona de S. Paulo, em Cotia, o primeiro debate do ciclo Simpósios Ensino Lusófona, dedicado ao Diálogo, Respeito e Cultura.

Neste primeiro evento, com as Monjas Coen e Heishin Gandra, da tradição do Budismo Zen, em que estiveram presentes, num ambiente informal nos jardins da faculdade, mais de 150 pessoas, refletiu-se sobre “O lugar da espiritualidade na capacidade para acolher e criar diálogo”.

Neste equacionar de questões de espiritualidade e diálogo, partiu-se da constatação de que há uma crescente procura de tradições espirituais (não religiosas, no sentido da palavra no ocidente), de metodologias e de práticas que não apresentam modelos de Verdade e de crença, mas que apresentam formas de trabalho interior.

Questionámos se a espiritualidade, ao contrário de uma crença religiosa, permite que o indivíduo afaste o seu ego, seja pessoal, seja cultural, assim como equacionámos se para o acolhimento do outro, do diferente, é necessário um afastamento ao próprio eu e à minha Cultura.

Terminámos este rico debate com um pequeno momento de meditação Zen, mais despertos para, abrindo mão do que somos, possamos acolher todos os nossos concidadãos, conhecendo-nos a nós mesmos de forma mais completa.

Prestigiaram com a sus presença, o Oba Mendes, o Rei Negro, descendente do Zumbi dos Palmares, a Vice-Prefeita de Cotia, Ângela Maluf, e o Secretário de Turismo, também de Cotia, Nelson Broering.